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Evento Daiji Ni com arte e gastronomia

Barazushi preparado pelo chef Marc Maeda

Barazushi preparado pelo chef Marc Maeda Henrique Minatogawa


Eventos de pequeno porte representam uma boa oportunidade para aproximar produtores e consumidores. As redes sociais facilitam a organização e divulgação nesses casos. A primeira edição do Daiji Ni aconteceu em dezembro passado com um pouco desses elementos e além. O evento teve foco na gastronomia e também contou com expositores de artesanato.

“Em japonês, quando se quer expressar votos para que alguém se cuide, na hora de se despedir, sempre se fala ´daiji ni shitekudasai´. É isso que quero passar para os clientes. Esse cuidado para que todos que estiverem expondo tenham com o próximo. Gostaria que todas as pessoas que estiveram presentes e as que futuramente estarão se sintam confortáveis e queridas”, conta Sabrina Maeda, confeiteira e organizadora do evento.

Esta primeira edição do evento aconteceu em um salão no bairro da Liberdade, em São Paulo, e foi fechada para convidados. “Desta maneira, conseguimos controlar melhor os alimentos, com mais qualidade e não em quantidade. O expositor conseguirá controlar melhor seus produtos e, assim, facilitará as vendas”, afirma Sabrina.

Menu do Daiji Ni

O chef Marc Maeda na produção do menu do Daiji Ni Henrique Minatogawa

Os pratos principais do evento foram preparados pelo chef Marc Maeda e sua equipe do Nakama Culinária Oriental. “O menu foi inspirado no formato do evento, com produtos de alta qualidade, com um estudo para obter um preço final honesto”, conta o chef.

Os destaques do menu foram o barazushi e o bentô. “O barazushi foi criado para atender o público vegano. Utilizei quatro tipos de cogumelos, aspargo peruano, ervilha torta, vagem e yuzu Koshô para dar o toque final. Como pensei que muitos não veganos iriam querer provar, elaborei a versão especial com fatias de sashimi. Algo bem simples e saboroso. Já no bentô, utilizei itens tradicionais mesclados com invenções minhas, mas sempre respeitando a regra das tradições.

Mesmo sendo a primeira edição de um evento, o chef arriscou um pouco na elaboração do menu. “Optei por colocar um ingrediente de risco pelo preço final ser um pouco acima da média, mas o produto faz jus ao preço: o salmão selvagem do Alasca. No final, acabou surpreendendo demais, pois consegui elaborar um prato simples e satisfatório em termos de degustação”, afirma o chef.

Confeitaria no Daiji Ni

A chef pâtissier Vivianne Wakuda suas criações. Entre elas, bombons, macarons, choux cream, brownie de matcha e torta de castanha-do-Pará. “Decidi levar sobremesas que não corressem o risco de estragar ou que houvesse algum tipo de modificação de aroma e sabor por conta da temperatura”, explica a chef.

Vivianne utiliza redes sociais como forma de divulgar seu trabalho. “A imagem cativa muito os seguidores e acaba deixando-os mais curiosos para provar. É divertido, gosto muito de conversar e conhecer pessoalmente”, conta.

Vivianne Wakuda Daiji Ni

Vivianne Wakuda na produção dos doces Henrique Minatogawa


Participar de eventos representa um meio de divulgação e contato, uma vez que Vivianne trabalha sem um estabelecimento comercial aberto ao público. “Muita gente acaba ficando com receio de encomendar quando nunca provou nada que faço. Os eventos ajudam a eles verem de perto o que faço e provarem, além de poder falar um pouco sobre meu trabalho”, completa Vivianne.

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